#topcine: Eu sou a lenda

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Como em Resident Evil e vários outros filmes de zumbis, vírus e coisas do tipo, Eu sou a lenda (2007) do diretor Francis Lawrence (Constantine e Àgua para Elefantes), também fala um pouco sobre a extinção humana.
Criticamente falando, ao assistir o filme fiquei mais agonizada do que em relação aos demais filmes do mesmo gênero que, até hoje, deve ter um público muito fiel para amar esse tipo de curta. Gostos à parte.


Passado em Nova Iorque, um vírus incurável, criado pelo homem, infectou toda a população acabando com a vida de milhares de pessoas. A correria logo no início é para retirar da cidade todos os que ainda não foram contaminados, causando desespero na população já que ninguém sabia como seria o futuro.


O ator Will Smith (Hancock e Homens de Preto) interpreta o incrível cientista Robert Neville, que acaba perdendo a esposa e a filha na tentativa de fugir da cidade. Robert é imune ao vírus e decide ficar para procurar a cura doença.


Após passar três anos do desastre e continuando a viver em Nova Iorque, o cientista percorre a cidade e envia mensagens de rádio esperançosas oferecendo abrigo para quem ainda estiver vivo.
Sua busca, no entanto, é feita até o pôr do sol, já que as vítimas da doença saem à noite para caçar, esperando qualquer atitude errônea de Robert.


Em um dia não tão belo assim, o bom rapaz encontra dois sobreviventes que acabaram ouvindo suas mensagens, Anna, interpretada pela atriz brasileira Alice Braga (Ensaio sobre a cegueira e Predadores) e Ethan (Noites de Tormenta e Morte e vida de Charlie). Em meio à procura diária de sobreviventes e à luta de não ser atacado, Robert busca uma forma de reverter os efeitos do vírus e salvar a população.

E para quem ainda não assistiu, é possível encontrar ainda um final alternativo para toda essa batalha contra os zumbis.


Trailer do filme


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