Na minha estante: Cidades de papel - John Green

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Mais uma indicação de uma obra de John Green, mais uma deliciosa de ler. Sem sombra de dúvidas ele deve ser o queridinho dos adolescentes, sabe narrar perfeitamente bem os trâmites e aventuras que os jovens fazem ou são loucos para fazer.

O livro é dividido em três artes: os fios, a relva e o navio, sendo a primeira e a segunda parte dividida em números e a terceira em horas, que você só vai saber porquê quando ler.

Green conta a história de Quentin, ou Q para os mais íntimos, seus amigos Radar, editor e criador da enciclopédia online aberta Omnictionary; Ben, cujos pais possuem uma gigantesca coleção de papais noéis negros, desde miniaturas, abajur, colheres e por aí vai; e Margo Roth Spiegelman, cuja vida gira em torno de aventuras e mistérios.

Margo é vizinha de Q e desde que encontraram, na infância, o corpo de um homem no parque do bairro em que moram, suas vidas nunca mais foi a mesma.

Após alguns anos de falta de amizade, Margo invade o quarto de Q durante a noite e afirma que precisa dele para fazer algumas coisas. Q só não esperava que a excêntrica Margo lhe proporcionaria, a partir daquela noite, suas maiores aventuras, desde a invasão de prédios abandonados e bairros fantasmas à pular a cerca de proteção do Sea World no meio da madrugada.

Q, Ben e Radar tentam descobrir todos os motivos pelos quais Margo apronta tantas e o que a torna única, aproveitam para descobrir a personalidade escondida em cada um e de quebra se despedem, de um jeito heroico, antes de partirem para a faculdade.

Divirta-se com as aventuras e questionamentos que John Green nos apresenta em Cidades de Papel.

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